Porque a amizade é sinónimo de partilha...
Este é um poema escrito por um grande Amigo meu e do Pedro,
dos tempos de Lamego. Espero que gostem. Beijocas calorosas
NO PIQUE DA SOLIDÃO
Meio-dia de agosto;
O ar vagueia em largas ondas mornas
Suspenso da brisa que o ondeia pela serra.
Turva-se o olhar na ausência
E tolda-nos o bafo sufocante
Na dormência.
Estar não é mais do que uma tontura.
Na imensa solidão
De tamanha quietude,
Não há memória das sombras
Nem pergunta que regresse.
Atrevem-se ao sol impiedoso
Músicas aladas, quase alheias,
Em desafio ás fragas silenciosas;
Mas nas alturas austeras
Não há pergunta que regresse.
Apenas o ar vagueia em longas ondas mornas
Suspenso da brisa que o ondeia pela serra
Em sufocante ausência.
António Martins, Agosto de 2004.
dos tempos de Lamego. Espero que gostem. Beijocas calorosas
NO PIQUE DA SOLIDÃO
Meio-dia de agosto;
O ar vagueia em largas ondas mornas
Suspenso da brisa que o ondeia pela serra.
Turva-se o olhar na ausência
E tolda-nos o bafo sufocante
Na dormência.
Estar não é mais do que uma tontura.
Na imensa solidão
De tamanha quietude,
Não há memória das sombras
Nem pergunta que regresse.
Atrevem-se ao sol impiedoso
Músicas aladas, quase alheias,
Em desafio ás fragas silenciosas;
Mas nas alturas austeras
Não há pergunta que regresse.
Apenas o ar vagueia em longas ondas mornas
Suspenso da brisa que o ondeia pela serra
Em sufocante ausência.
António Martins, Agosto de 2004.
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